sábado, 1 de maio de 2010

HAICAI NOSSO DE CADA DIA

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Jiddu Saldanha e Chris Herrmann

NOSSO HAIKAI tem como objetivo trazer exercícios, informações, links, entrevistas e particularidades que envolvem o tema HAICAI. Muito mais que um terceto de cerca de 17 sílabas e regras determinadas, o famoso poema de origem japonesa é uma via para novos aprendizados e descobertas. É um caminho que não se fecha em valores pessoais e não pretende julgar o mundo, mas que traz na sua simplicidade a arte de torná-lo mais visível e aberto à fantasia do leitor.

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nossohaikai 22 de abril de 2010 — Haigas de Jiddu Saldanha Produção: Cinema Possível Montagem: Jiddu Saldanha Fotos: Lara Rothier Apoio: Revista N...
nossohaikai 22 de abril de 2010 — Haigas de Jiddu Saldanha

Produção: Cinema Possível
Montagem: Jiddu Saldanha
Fotos: Lara Rothier
Apoio: Revista Nosso Haikai
http://nossohaikai.blogspot.com
 
Categoria: Educação
Palavras-chave:




  • COMENTÁRIO:
    chriscarioca Encantador este vídeo, Jiddu. Seus sublimes haicais interagindo com as fotos incríveis da Lara. Ficou um sonho!! Parabéns aos dois.
    Beijos,
    Chris Herrmann
    1 semana atrás


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FRIDA KAHLO - Retrospectiva

A arte em FRIDA KAHLO
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Alemanha | 30.04.2010

Retrospectiva gigante da obra de Frida Kahlo abre em Berlim

Frida Kahlo 
em autorretrato

A maior retrospectiva da obra de Frida Kahlo já vista na Europa é aberta em Berlim. A mostra exibe peças inéditas e visa colocar a arte na frente da biografia, apresentando a artista mexicana sob uma nova perspectiva.


Foi aberta nesta sexta-feira (30/04) uma retrospectiva da obra da artista plástica Frida Kahlo, no museu Martin Gropius Bau, em Berlim. Segundo seu diretor, Gereon Sievernich, trata-se da maior mostra da artista já exibida na Europa. Ela estará aberta à visitação até o dia 9 de agosto.
Graças à cooperação de colecionadores públicos e privados de diferentes países, a mostra contará com 150 obras, o que representa quase a metade da produção da artista mexicana. São 90 desenhos, muitos nunca expostos publicamente, além de 60 pinturas, entre as quais está a última realizada por Frida.
"Esses desenhos são muito, muito íntimos, seu caráter é muito pessoal e biográfico, por isso jamais foram objetos de venda, e sim presentes de Frida Kahlo a seus entes queridos", disse Helga Prignitz Poda, curadora da mostra.
Sala de 
exposições no Martin Gropius BauBildunterschrift: Sala de exposições no Martin Gropius Bau
Para ela, a exposição corrige uma distorção, dando destaque à arte de Frida em detrimento da sua biografia. "É lamentável que a história pessoal ocupe o primeiro plano e que a arte esteja à margem. Mas é para isso que serve esta exposição. Queremos mostrar a artista e não a santa", disse a especialista, fazendo menção ao misticismo que rodeia a imagem da artista.
Há vários anos, Prignitz Poda observa o trabalho de Frida Kahlo. Para ela, sua obra está repleta de chaves que podem ser interpretadas. "Não são complicadas, trata-se de símbolos simples – como desenvolvem as crianças – cheios de significado sexual, de humor negro e fantasia, que ela escondeu em suas obras."
Origem da peças
Helga 
Prignitz Poda, curadora da mostra

A exposição demorou três anos para ser preparada, e foi um desafio para os organizadores, pois a maior parte das obras é proveniente de coleções particulares. "Foi um trabalho de detetive encontrar cada colecionador e convencê-los a emprestar suas obras, pois cada 'Frida' tem grande valor como um membro da família", revelou Prignitz Poda.
Algumas das peças foram encontradas nos Estados Unidos e são exibidas pela primeira vez. Os quatro quadros de propriedade da cantora Madonna, um dos quais foi adquirido há cinco anos por 5,6 milhões de dólares, não chegaram à mostra. Prignitz Poda explicou que nem todos os quadros puderam viajar, devido ao delicado estado em que se encontram.
Entre as peças inéditas encontra-se um pequeno quadro chamado Autorretrato dentro de um girassol, considerado um dos destaques da exposição. Esse foi o último quadro a óleo pintado pela artista, em 1954. "Sabíamos que ele existia, mas não onde estava", disse a curadora. "Assim, fomos encontrando pouco a pouco obras desse tipo."
Olhar perturbador
No centro da mostra estão dois célebres autorretratos, Com colibri, e o perturbador Mi nana y yo, juntamente com outras obras que se tornaram símbolo feminista. O pequeno quadro a óleo Unos cuantos piquetitos denuncia a violência machista.
"Foi a primeira artista que abordou de maneira direta um parto, assim como uma série de temas ligados às mulheres", ressaltou Prignitz Poda. Obras de natureza morta, como Cocos que choram, também integram a exibição.
Autorretrato
 com macacos

A mostra é acompanhada por uma seção fotográfica, organizada pela fotõgrafa Cristina Kahlo, sobrinha-neta da artista.
"A fotografia foi importante desde que Frida era criança. Ela e suas irmãs posavam desde pequenas para seu pai, o fotógrafo de origem alemã Guillermo Kahlo", disse Cristina Kahlo.
Trajetória de Frida
Em 1925, quando tinha 18 anos, Frida sofreu um acidente ao viajar de trólebus. Um tubo de ferro atravessou seu corpo, o que lhe causava dores constantes e a obrigou a se submeter a 22 operações.
Natureza-morta

Frida sofreu diversos abortos e buscava alívio na morfina e do álcool. Respondendo às constantes infidelidades do seu marido, o também artista plástico Diego Rivera, Frida teve suas próprias aventuras amorosas, algumas das quais com mulheres.
A artista expressou sua vida turbulenta e acidentada em quadros coloridos. Contudo, até sua morte prematura, aos 47 anos, não teve reconhecimento artístico. Hoje, Frida é um símbolo do feminismo latino-americano, e um ícone tão conhecido quanto Che Guevara.
Segundo Prignitz Poda, 20 obras da artista mexicana ainda estão desaparecidas, entre elas a famosa Mesa herida, extraviada em Moscou, junto com vários quadros de Diego Rivera, durante uma exibição nos anos 50.
Autoria: Eva Usi (DD)
Revisão: Augusto Valente -
 
Fonte :
DW- http://www.dw-world.de/dw/article/0,,5526959,00.html?maca=bra-newsletter_br_Destaques-2362-html-nl

domingo, 11 de abril de 2010

A ARTE DE AMAR

A arte em toda experiência
A arte de amar

Estamos vivendo em um tempo dinâmico no qual a mudança está afetando todos os níveis de vida. Todos nós estamos sendo estimulados a nos preparar para nos unir. Em cada setor da vida nós precisamos implementar mudanças significativas e duradouras.

O que está acontecendo é o nascimento de um novo mundo e um novo tempo que estão vindo para implementar os processos de reforma. Isto significa libertar-se da negatividade que nos tem mantido presos a laços de terceira dimensão.

Na maioria das pessoas, o desejo pela evolução pessoal é muito pequeno devido à falta de informação útil ou de compreensão de si mesmos. Nenhuma pessoa é semelhante à outra devido às diferentes experiências que vivenciou, mas, ao mesmo tempo, todos viemos da mesma fonte. Tudo o que precisamos aprender é a cooperar, trabalhar juntos e crescer a partir do compartilhar do conhecimento.

Todas as pessoas do nosso planeta, sem exceção, estão aprendendo a encontrar o equilíbrio. O dogma das estruturas de crença presente em todo o mundo tem impedido o desenvolvimento natural do processo de humanização, tendo como resultado o fato de que a maioria perdeu o verdadeiro significado da sua presença neste belo planeta.

Todos nós, em nível de alma, escolhemos estar aqui, neste período incrível, para participar desta era única de renovação espiritual e transformação global. Muitos, contudo, têm tido dificuldade de abraçar a Verdade Universal e preferem se manter apegados a suas crenças dogmáticas. Eles se recusam a aceitar que o que lhes foi dito está errado! Eles se confortam em saber que terão oportunidades em outros mundos tridimensionais, os quais lhes permitirão lembrar da sua divindade e igualdade com todos. Não há punição para ninguém, apenas oportunidades para evoluir.

Não é fácil entender por que tantas pessoas são tão diferentes. Tudo é uma questão de ter conhecimento das necessidades de auto-realização e dos vários desafios que se encontram diante de nós e que requerem maestria. Os passos a serem dados, no intuito de compreender o nosso próprio processo de desenvolvimento, foram extirpados da humanidade e substituídos por dogmas, causando insegurança e a separação do amor, permitindo que o medo se tornasse a principal força motriz.

Quando alguém está assustado, afastado do coração e do amor, não há forma dele compreender algo com o qual, conscientemente, não consegue se relacionar. Contudo, a compreensão virá quando não mais houver separação entre a mente e a alma, entre o masculino e o feminino. A alma contém em seu banco de dados o conhecimento da Unidade de todos, incluindo a ciência das leis universais. Quando esta conexão interna entre mente e alma é feita, a compreensão se faz rapidamente.
Não estamos sendo forçados a escolher entre um caminho superior que conduz para o alto na direção de ações cooperativas, ou o caminho inferior que conduz para baixo para ações de competição.

Entrementes, a infusão de luz está fortalecendo nossas consciências e elevando a nossa sensibilidade. E muitos estão se tornando conscientes das novas escolhas a serem feitas. Em algum momento, num futuro breve, será finalmente compreendido que, não importa o trabalho que se faça, todos serão lembrados pela forma como tratam os outros.

O que também precisa ser lembrado é que tudo que tem sido considerado ruim no nosso mundo, foi necessário para que todos alcançassem o equilíbrio. Nós temos jogado o jogo do mocinho e do bandido, talvez por inúmeras vidas; tudo no intuito de atingir o verdadeiro equilíbrio.
É por isso que o conselho para todos nós é não julgar ninguém. Nesta era particularmente extraordinária em que terminam as lições kármicas das três dimensões, os extremos do bem e do mal não são mais necessários, já que a intensificação da luz está reconciliando os opostos. Só existe equilíbrio na luz.

Quando a mente consciente e a alma se unem e se tornam parceiros criativos, a consciência se torna desperta e todo o panorama, que só é conhecido atualmente a nível de alma, se desdobra. Cada transformação que ocorre dentro do indivíduo flui para fora de uma maneira limpa, penetrando as famílias e as comunidades nas quais eles vivem. Muitas pessoas sentem que elas devem fazer alguma coisa significativa. No entanto, devido à pobre conexão com sua alma e com sua missão-de-alma, elas se ressentem da falta de foco e se sentem impotentes no sentido de fazer a diferença.

Quando nos sentirmos mais confortáveis acerca de quem nós verdadeiramente somos, compreenderemos que todos nós somos filhos da luz, capazes de fazer brilhar a luz da bondade que cura toda a ignorância. Bondade (Goodness) não é diferente de divindade (Godliness).
Ajudar no processo do despertar dos outros traz equilíbrio para você e para eles. E a luz gerada por estas ações flui para fora e beneficia a todos. Nosso equilíbrio é uma contribuição sem preço para difundir o amor e o cuidado mundo afora. É este movimento de estados de consciência competitiva para estados de consciência cooperativa que gera equilíbrio em todos os níveis. A Educação deve ser alinhada a este propósito. A competição consigo mesmo para fazer o melhor deveria ser encorajada.

O medo e a confusão que a maioria das pessoas vivencia, vêm do não saber o que está acontecendo. Paz e equilíbrio chegam a partir do saber o que está acontecendo. Quando a educação se torna encorajadora e apoiadora no sentido de conduzir os alunos a buscar o despertar e a compreensão espiritual do processo de desenvolvimento, nós teremos paz no nosso amado planeta em uma década.

A arte em toda a experiência é amar.


 A arte em toda experiência -
por Robert Happé -  cee@roberthappe.net
Artigo publicado no site Todos somos um