sexta-feira, 15 de outubro de 2010

TEORIA DAS CORDAS EM TESTE

Cientistas propõem experimento para testar Teoria das Cordas

Teoria da Cordas pode ser testada pela Mecânica Quântica
Os cientistas não têm como testar qual das respostas que a Teoria das Cordas e a Teoria-M dão é a "correta". Na verdade, todas elas podem estar corretas e talvez vivamos em um Universo entre um número infinito de universos.[Imagem: quintic/Wikipedia
Uma equipe de físicos das universidades de Stanford, nos Estados Unidos, e College London, no Reino Unido, acredita ter descoberto uma forma de testar a até agora "intestável" Teoria das Cordas.
A Teoria das Cordas foi desenvolvida para tentar descrever as partículas fundamentais e as forças que compõem o nosso Universo. Mas, até agora, ninguém conseguiu idealizar um experimento que possa avaliar se ela está correta ou não.

Teorias de tudo
A nova pesquisa, publicada na principal revista científica de Física do mundo, descreve a descoberta inesperada de que a Teoria das Cordas também poderia prever o comportamento das partículas quânticas entrelaçadas.

Como esta previsão pode ser testada em laboratório, os cientistas acreditam ter encontrado uma forma de testar experimentalmente a Teoria das Cordas.
Hoje, a física conta com duas teorias de altíssimo poder explicativo. A Mecânica Quântica explica o mundo das partículas atômicas. A Teoria da Relatividade explica todas as observações feitas em escala cosmológica.

O problema é que as duas não se entendem e até hoje ninguém conseguiu unificá-las. Foi aí que começaram as chamadas "teorias de tudo", que tentam explicar o Universo do nível subatômico até os aglomerados de galáxias. A Teoria das Cordas é uma dessas teorias.

Entrelaçamento de partículas
Um dos fenômenos mais famosos da mecânica quântica é o entrelaçamento de partículas.
Chamado de "ação fantasmagórica à distância" por Einstein, o entrelaçamento quântico faz com que duas partículas entrelaçadas influenciem-se mutuamente de forma instantânea, mesmo que elas sejam levadas para lados opostos das galáxias.

Mas não é preciso tanto, e o entrelaçamento pode ser testado em distâncias muito pequenas. Desta forma, os cientistas propõem que a Teoria das Cordas pode fazer predições sobre o entrelaçamento quântico. O que se propõe fazer é testar essas predições.
"Esta não será a prova definitiva de que a Teoria das Cordas é a 'teoria de tudo' correta, que está sendo buscada pelos cosmologistas e físicos de partículas. No entanto, será muito importante para os teóricos porque irá demonstrar se a Teoria das Cordas funciona ou não, ainda que a sua aplicação esteja se fazendo em uma área inesperada e independente da física," disse o professor Mike Duff, um dos autores da proposta.

Filosofia da física
De fato são áreas muito diferentes.
O Dr. Duff e seus colegas acreditam ter encontrado uma identidade entre as fórmulas usadas para descrever fótons e partículas subatômicas e as fórmulas usadas para descrever buracos negros.

A semelhança é meramente matemática, mas os cientistas acreditam que a ferramenta pode ser útil nas duas situações.
"Isto pode estar nos dizendo algo de muito profundo sobre o mundo em que vivemos, ou pode não ser mais do que uma mera coincidência," filosofa o professor Duff.

Teoria das Cordas
A Teoria das Cordas, e a sua extensão, a Teoria-M, são descrições matemáticas do Universo. Elas foram desenvolvidas ao longo dos últimos 25 anos por teóricos que procuram conciliar a Teoria da Relatividade Geral e a Mecânica Quântica. A primeira descreve o Universo ao nível da cosmologia - o muito grande -, enquanto a segunda descreve o Universo ao nível da física das partículas - o incrivelmente pequeno.
Um dos maiores problemas, especialmente da Teoria-M, é que ela descreve bilhões de universos diferentes e "qualquer coisa" pode ser acomodada em um ou outro dos universos da Teoria-M.

Os cientistas não têm como testar qual das respostas que a Teoria das Cordas e a Teoria-M dão é a "correta". Na verdade, todas elas podem estar corretas e talvez vivamos em um Universo entre um número infinito de universos - veja mais na reportagem Descoberta solução matemática para outras dimensões.
Até agora, ninguém foi capaz de fazer uma previsão, usando a Teoria das Cordas ou a Teoria-M, que possa ser testada experimentalmente para ver se as teorias descrevem adequadamente a realidade ou não.

Fonte:
Redação do Site Inovação Tecnológica - 14/10/2010
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

HIPOTIREODISMO E O CORAÇÃO

Pesquisa destaca relação entre hipotireoidismo e doenças coronarianas


Por Fábio de Castro

Pacientes com hipotireoidismo subclínico – um distúrbio assintomático causado por níveis anormais de hormônio estimulador da glândula tireoide – têm maior risco de desenvolver doenças coronarianas.

A conclusão é de um estudo internacional produzido, com participação brasileira, a partir de dados extraídos de mais de 55 mil pacientes que foram acompanhados por diferentes períodos, entre 1972 e 2007, no Brasil, nos Estados Unidos, na Austrália, no Japão e na Europa.

O estudo foi publicado nas edições on-line e impressa da revista Journal of the American Medical Association (JAMA). O autor brasileiro do artigo, José Augusto Sgarbi, professor da Faculdade de Medicina de Marília (Famema), trabalhou em conjunto com a equipe do Laboratório de Endocrinologia Molecular da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), coordenado por Rui Maciel, professor titular da instituição.

Para viabilizar a parte brasileira do estudo, Maciel teve apoio da FAPESP na modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular, entre 2007 e 2009. O cientista possui atualmente mais dois apoios da Fundação, nas modalidades Auxílio à Pesquisa – Regular e Temático.

Sgarbi apresentou os resultados no Congresso Internacional de Tireoide, realizado em Paris (França), entre 11 e 16 de setembro. De acordo com ele, o estudo já causa rápida repercussão, tendo sido objeto de comentários em outras revistas científicas, como a Annals of Internal Medicine e a British Medical Journal.

Segundo Sgarbi, já existiam na literatura científica indícios de que as disfunções tireoidianas subclínicas poderiam estar associadas a doenças cardiovasculares e coronarianas. Mas os resultados dessas pesquisas eram muitas vezes conflitantes, uma vez que não haviam sido feitos ainda estudos de grande escala.

“Embora possa persistir por muito tempo, o hipotireoidismo subclínico geralmente causa alterações mínimas e assintomáticas da glândula tireoide, que só podem ser detectadas com exames laboratoriais. Por isso havia uma grande controvérsia na literatura: essas disfunções devem ser tratadas ou não?”, disse Sgarbi à Agência FAPESP.

A nova pesquisa indica que as disfunções tireoidianas subclínicas merecem mais atenção. “Pela primeira vez, temos uma revisão sistemática com meta-análise de estudos feitos em diversos países, o que aumenta muito o poder estatístico das conclusões”, afirmou.
A parte brasileira do estudo foi concebida como uma avaliação da epidemiologia de doenças tireoidianas em uma população de imigrantes japoneses residentes em Bauru (SP), considerando, entre outros aspectos, as disfunções tireoidianas subclínicas.

Os resultados foram publicados em março de 2010 no European Journal of Endocrinology, em artigo de Sgarbi, Maciel, Teresa Sayoko Kasamatsu e Luisa Matsumura – ambas pesquisadoras da Unifesp – e Sandra Roberta Gouvea Ferreira, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

“Depois de termos feito uma análise populacional em Bauru, fizemos uma caracterização e acompanhamos as pessoas selecionadas por um período de sete anos e meio. A conclusão foi que os indivíduos com hipotireoidismo subclínico têm um risco maior de morte por todas as causas relacionadas a eventos coronarianos”, afirmou Sgarbi.

Mortalidade aumentada
Com a publicação do estudo, a equipe foi convidada a participar da formação de um grupo de pesquisa voltado especificamente para as disfunções tireoidianas subclínicas. O consórcio envolvia cientistas dos Estados Unidos, Suíça, Holanda, Itália, Austrália e Japão. Todos já haviam publicado estudos populacionais sobre o tema.

“Optamos por abrir os dados de todos os estudos, com diversas populações, e o resultado foi uma amostra de mais de 55 mil indivíduos. Dessa amostra, cerca de 6% – ou 3.450 – indivíduos, tinham hipotireoidismo subclínico. O período de acompanhamento dos pacientes variou entre dois anos e meio e 20 anos. Sintetizamos os dados, avaliando-os como se fosse uma só população”, disse.

De acordo com o cientista, os resultados mostraram que, entre os pacientes com hipotireoidismo, aqueles cujos níveis de hormônio estimulante da tireoide (TSH, na sigla em inglês) ultrapassavam 10 miliunidades por litro (mIU/L) apresentavam maior risco de eventos coronarianos.

“Mostramos que o risco foi aumentado em uma vez e meia em relação aos indivíduos que não possuíam a disfunção. A mortalidade por causa coronariana também foi aumentada nos pacientes com TSH acima de 7 mIU/L”, disse Sgarbi.

Em relação à idade, o risco se manifestou principalmente na faixa etária que vai dos 65 aos 79 anos. “A análise mostrou que na faixa etária acima dos 80 anos o risco não persistiu. Isso talvez sugira que o hipotireoidismo subclínico possa ser até mesmo um fator protetor para os indivíduos mais idosos”, disse o pesquisador.

O artigo Subclinical Hypothyroidism and the Risk of Coronary Heart Disease and Mortality (doi:10.1001/jama.2010.1361), de José Sgarbi e outros, pode ser lido por assinantes da Journal of the American Medical Association em http://jama.ama-assn.org.
 
Fonte:
Agência FAPESP

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Felix Mendelssohn Bartholdy Symphonie Nr. 4 in a op. 90



Feliz dia das Crianças !


Sejam felizes todos os seres.
Vivam em paz todos os seres.
Sejam abençoados todos os seres.

domingo, 10 de outubro de 2010

BERÇÁRIOS DE ESTRELAS

Berçários Estelares : 
O Meio Interestelar e a Formação de Estrelas

 

Heloísa Boechat

GEA / Observatório do Valongo / UFRJ


Meio Interestelar


Quando observamos o céu em um lugar longe da poluição luminosa das grandes cidades,  é possível visualizar  uma faixa esbranquiçada que cruza o céu, devido a luz das estrelas da  nossa galáxia Via Láctea, permeada por muitas manchas bastante escuras. No céu do hemisfério sul, é fácil identificar a constelação  Cruzeiro do Sul (slide 2), com suas quatro estrelas que compõem a cruz e uma quinta estrela, popularmente denominada de A Intrometida. Pode-se  perceber uma grande mancha preta abaixo e a esquerda do Cruzeiro do Sul, denominada nebulosa Saco de Carvão. Este nome, muito apropriado, foi  dado antes do conhecimento que a composição química desta nuvem é também uma decorrência da combustão da matéria e  contém fuligem, grafite, diamantes e diversos compostos de átomos de carbono. Esta nebulosa aparece escura porque contém gás molecular e poeira cósmica (partículas ou grãos), em quantidade suficiente  para obscurecer  a luz  das estrelas localizadas atrás dela. Ampliando a região abaixo e a direita do Cruzeiro do Sul,  assinalada com um quadrado, surge  uma bela nebulosa de emissão, denominada  IC2994 (slide 3).   Esta é uma imensa nuvem de gás (contendo átomos e moléculas) e poeira onde está acontecendo a formação de diversas estrelas. Toda luminosidade observada é uma conseqüência da intensa radiação e dos forte ventos emitidos pelas estrelas recém- nascidas interagindo com a matéria ao redor, provocando a ionização, isto é, arrancando os elétrons dos átomos e das moléculas existentes. Como o elemento mais abundante é o átomo de Hidrogênio H, e nesta nuvem brilhante todo ele está ionizado, esta nebulosa denominada de Região HII, (HI corresponde ao hidrogênio neutro). Ampliando novamente uma parte desta imensa nuvem vemos vários fragmentos de nuvens muito escuras, em processo de contração ou colapso gravitacional, denominados glóbulos de Bok (slide 4 e 5). Das diversas regiões de formação estelar  podemos mostrar algumas, como na constelação de Escorpião (slides 7 e 8) e  na constelação de Orion (slides 9, 10 e11).

 

Formação de estrelas


A formação de estrelas com seus planetas e cometas ocorre nas nuvens moleculares gigantes, compostas de gases (H, (mais abundante) e diversas espécies moleculares, inclusive orgânicas), grãos de silicatos, grafite e  diamante. As dimensões destas nuvens são gigantescas, com baixíssimas temperaturas e densidades (slide 12), que sofrem a fragmentação (slide 15), surgindo os glóbulos de Bok (slide 16). Cada glóbulo dará origem a uma estrela e quanto maior a massa deste fragmento maior será a massa M da estrela, que dada em relação a massa do Sol, MSol . Quando começam a colapsar (slide 17) a massa vai condensando, aumentando gradativamente a densidade da matéria e a temperatura. Após 100.000 anos de contração inicia-se o processo da fusão nuclear no interior da nuvem, onde quatro átomos de H fundem-se para formar um átomo de Hélio (slide 18). Estas reações nucleares geram tanta energia eletromagnética que a pressão da radiação é capaz de empurrar a matéria ao redor, em sentido oposto a contração, surgindo a  proto-estrela (slide 21 e 22). Quando a pressão gravitacional entra em equilíbrio com a pressão de radiação a proto-estrela passa ser uma estrela e na nuvem circundante que restou formam-se os planetas, cometas (slide 24).

Berçários Estelares

Um belo exemplo de uma região onde nasceram diversas estrelas e portanto é um verdadeiro berçário estelar, é a Nebulosa  gigante NGC3603, situada na constelação de Carina, vizinha ao Cruzeiro do Sul, (slide 24). Nesta região,  distante cerca de 20.000 anos luz da Terra, podemos visualizar muitas estrelas em vários estágios do ciclo de vida .
No centro da imagem (slide 24) está um aglomerado de estrelas, onde dezenas de estrelas extremamente massivas e quentes,  do tipo O e Wolf-Rayet que nasceram de um só evento de formação estelar há cerca de 2 milhões de anos atras. Uma estrela massiva recém – nascida, assim como um bebê, nasce embebida do material que a gerou (placenta). Como são muito quentes produzem uma torrente de radiações ionizantes e forte ventos estelares, expelindo jatos de material em altas velocidades, empurrando a matéria em torno formando uma cavidade ao redor do aglomerado.  A evidência da interação da radiação ionizante com o material frio da nuvem molecular está nos pilares gasosos à direita e abaixo a esquerda do aglomerado. Nuvens escuras no alto a direita são os chamados glóbulos de Bok, que provavelmente estão no estágio inicial da formação estelar (slide 26). As Plêiades (slide 27),  outro exemplo de um berçário de estrelas, as recém-nascidas ainda estão envoltas em suas placentas, assim como em na nebulosa de Orion (slide 28).  Já na nebulosa de Roseta a matéria no seu centro já foi expelida deixando o aglomerado à vista. 

As estrelas passam a vida produzindo elementos químicos como os átomos de Hélio (He), Carbono (C), Oxigênio (O), Nitrogênio (N), usando o  Hidrogênio como combustível para as suas reações nucleares, reações estas, responsáveis pelo intenso brilho que elas emitem. Quando envelhecem, o combustível vai se esgotando e elas jorram as suas produções para o espaço interestelar. Desde o nascimento até a morte, características como o raio da estrela a luminosidade e a temperatura vão alterando durante a vida. A classificação das estrelas em função desde parâmetros é mostrada no diagrama de Hertzsprung e Russel (HR), (slide 31). Neste diagrama temos, por exemplo que estrelas na fase intermediária das suas vidas (cerca de 90% do tempo de vida), ocupam uma posição no diagrama denominada seqüência principal. No final da vida e dependendo da massa inicial, uma estrela pode se torna uma Anã Marrom, uma Anã Branca, uma Estrela de Nêutrons ou um Buraco Negro (slide 32 e 33), em ordem crescente de massa.

Formação de Moléculas

Em resumo, os elementos químicos são sintetizados no centro da estrela, que quando esta atinge uma certa idade, ela ejeta os elementos na sua atmosfera (slide 35). Já nas atmosferas estelares são formadas moléculas como os hidrocarbonetos (compostos de átomos de C e H), e diversos tipos de partículas sólidas como os grãos de silicatos e de carbeto de silício SiC,  que são soprados para o meio interestelar através dos ventos estelares ou pela ejeção das camadas externas quando tornam-se Nebulosas Planetárias (slide 36). Os grãos de poeira cósmica são compostos de, além dos citados silicatos e SiC, compostos de carbono como, grafite, diamante (slide 37) e muitas pedras preciosas como safiras, rubis.

Estas partículas expelidas pelas estrelas literalmente enriquecem o Meio interestelar. Na superfície destes grãos interestelares, moléculas como CO2, NH3 são congeladas formando um manto de gelo ou uma sopa de moléculas congeladas (slide 40). Os raios ultravioleta de estrelas próximas incidem nestes mantos provocando a fotoquímica, isto é, a quebra das ligações químicas dos compostos, cujos fragmentos recombinam-se em novas estruturas, podendo formar os hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (slide 39), as quinonas (cetonas aromáticas), e talvez até moléculas tão complexas como as moléculas precursoras da vida (slides 41, 42 e 43). Assim, o Meio Interestelar é enriquecido quimicamente pelas estrelas e são nestas nuvens contendo moléculas tão complexas como os amino ácidos que nascerão novas estrelas que por sua vez, irão sintetizar mais elementos, iniciando novamente um novo ciclo. (slide 50 e 52).

Acredita-se que o Sol seja uma estrela que nasceu de uma nuvem enriquecida pela quinta geração estelar contendo complexas moléculas orgânicas. As evidências foram obtidas pelas análises da composição química dos cometas. Sabe-se que quando um cometa desprende-se da região fria onde foi formado, chamada nuvem de Oort ele é atraído pelo Sol e ao aproximar-se deste começa a evaporar, soltando uma grande quantidade de matéria, trazendo informações da nuvem primordial na qual o Sol foi formado. Acredita-se também que os meteoritos foram os responsáveis por trazer moléculas orgânicas extraterrestres para a Terra, pois diversos amino ácidos foram encontrados no meteorito Murchison. Estes compostos orgânicos foram resultado da fotoquímica interestelar no começo da formação do Sistema Solar.

A Astroquímica, química dos astros, é uma ciência que está na interface entre a Astronomia, a  Química e a Física e trata dos processos químicos e fisico-químicos que ocorrem em diversos ambientes astrofísicos, como atmosferas planetárias, cometas, nebulosas e nuvens interestelares. Esta área da ciência, estudada nos últimos anos, está começando a ganhar um grande investimento, na procura da descoberta de como estas moléculas se formam e como elas se ligam, necessitando portanto do conhecimento de como elas interagem com fótons e elétrons.


Fonte:
http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:YzhP1dUaJ4wJ:www.ov.ufrj.br/AstroPoetas/Bercarios%2520Estelares/Bercarios.doc+GERA%C3%87%C3%83O+ESTELAR+i&cd=7&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br

GERAÇÔES ESTELARES

Livro:
"Testigos del prodigio"
- Autores: José Antonio Iniesta y Jesús Callejo 
- Editoria Oberón

Sempre existiram Pessoas Índigo, Pessoas Cristal, etc., todos os tipos de Filhos Estelares. Não obstante, o fenômeno que agora se produz, e que faz que isto se faça notório, é uma "Avalanche Gradual" de Nascimentos Estelares.

Isto é um Plano em cinco etapas ou Gerações bem diferenciadas, a partir de 1947, quando se iniciou a "Era Moderna da Presença Extraterrestre na Terra". Trata-se de "ondas" de Nascimentos Estelares que se sucedem a cada quinze anos, que são:


1) A GERAÇÃO ÍNDIGO (1947 - 1962):
Iniciou-se a partir de 24 de Junho de 1947, mas existem aqueles que nasceram um ou dois anos antes também. É uma avalanche de "Meninos Índigos", famosos por iniciar a "Revolução das Flores". São os Trabalhadores da Luz. Atualmente os principais expoentes da "New Age" pertencem a esta Geração.

2) A GERAÇÃO PRATEADA (1962 - 1977):
Iniciou-se a partir de 04 de Fevereiro de 1962, mas existem aqueles que nasceram um ou dois anos antes também. Como os Trabalhadores da Luz iam ser - inevitavelmente - atacados pelos Serventes da Escuridão, os Prateados chegaram em massa como Guerreiros da Luz. Vieram com a missão de denunciar os opressores, defender os oprimidos e lutar por uma causa nobre. Famosos por sua luta frontal contra o sistema, uma vez que o mesmo destruiu o Movimento Hippie e outras oportunidades de liberação. Atualmente muitos militam em diversos cargos em várias ONG´s, onde prestam seus serviços. Muitos Trabalhadores Índigos também mudaram para a Vibração Prateada durante este período.

3) A GERAÇÃO DOURADA (1977 - 1992):
Assim como se necessitaram Guerreiros, também seriam necessários Sábios para moderar a luta, buscar o consenso e evitar injustiças entre os Filhos da Luz. Poderia chamar a estes os Guardiões da Luz. Sua função é informar para levar a compreensão de muitas coisas. Nascidos principalmente a partir de 1977 (apesar de que existem os nascidos em 1975 e 1976). Muito inteligentes e criativos, são famosos por realizar toda classe de síntese entre as coisas aparentemente contrapostas (como nas gerações precedentes, suas características próprias se observam marcadamente nas experiências musicais que se realizam). Neste período muito dos Guerreiros Prateados mudaram a Sábios Dourados.

4) A GERAÇÃO CRISTAL (1992 - 2007):
Nascidos na imensa avalanche a partir de 1992. Serão os Líderes da Grande Revolução, prévia a 2012. Famosos por serem independentes, não manipuláveis e expertos analistas. (São capazes de descobrir e assinalar os problemas de seus pais ou professores e também como dar a solução adequada). Têm a grande vantagem de terem nascido sem as travas das gerações precedentes, assim em sua pouca idade, serão capazes de estimular e organizar as Forças da Luz Encarnadas, nos diferentes âmbitos, com destino à Vitória Final. Nesta época todos os Filhos Estelares estarão mudando velozmente, e não poucos deles estarão alcançando a Vibração Cristal.

5) A GERAÇÃO DIAMANTE (2007....):
Apesar de existirem alguns casos de Meninos Diamantes, a encarnação massiva destes seres deveria ocorrer a partir de 2007. É uma Geração de Avatares. Serão os Lideres Ocultos dos futuros Lideres. Seres que NASCEM livres, com suas faculdades plenamente desenvolvidas, pequenos deuses telepatas em corpos de crianças, com um profundo e sábio olhar. De 2007 em diante também muitos alcançarão a Condição Diamante.

Queremos enfatizar o fato de que todos os Filhos Estelares, nascidos no primeiro período serão necessariamente Índigo, todos do segundo serão Prateados, etc. Existem de todas as categorias em todas as épocas, inclusive muito anterior a 1947. Sempre existiram. A diferença é que se produz um aumento importante das categorias mencionadas em seus períodos correspondentes, como parte de um Plano gradual de passo de uma Era a outra                                         
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